Enviado em 22 de janeiro de 2010 .
Algumas pessoas, vendo a foto com o tigre de
um post passado, perguntaram-me se era de pelúcia. Não, não era de pelúcia. Era de verdade. Vivo e bem acordado. Estava apenas bem alimentado.
Assinei vários termos isentando o estabelecimento de qualquer responsabilidade caso o tigre resolvesse “brincar” comigo (eles pagariam apenas as despesas hospitalares) e, depois de ter tomado algumas cervejas, entrei na jaula. O tigre estava bem alimentado, e fui avisado de que não tinha perigo de ele querer almoçar de novo nas próximas horas. O perigo era, literalmente, ele querer brincar, tal como alguns gatos domésticos fazem com novelos de lã, bolinhas de papel e pequenos répteis urbanos.
Bom, as fotos abaixo mostram que ele não era de pelúcia:
Fonte: http://direitoedemocracia.blogspot.com/2010/01/nao-ele-nao-era-de-pelucia.html
VN:F [1.9.3_1094]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
Informações bibliográficas:
Segundo as normas da ABNT, o presente texto científico, deve ser citado da seguinte forma:
DE BRITO MACHADO SEGUNDO, Hugo. Não, ele não era de pelúcia.
Laboratório Jurídico, Goiânia, 22 jan 2010. Disponível em: < http://laboratoriojuridico.com.br/2010/01/22/nao-ele-nao-era-de-pelucia/ >. Acesso em: 10 set 2010.
Este artigo foi escrito por:
hugo - já escreveu
75 artigos no
Laboratório Jurídico .
Informações biográficas:
Bacharel (UFC, 2000), Mestre (UFC, 2005) e Doutor (Universidade de Fortaleza, 2009) em Direito. Advogado. Professor de Direito e Processo Tributário em cursos de graduação e pós-graduação. É atualmente Conselheiro Seccional da OAB/CE (Triênio 2007/2009), e integra o Instituto Cearense de Estudos Tributários (ICET).